Tecnólogo Paulo Rosa da Mota: Iniciei minha
vida profissional em 1982, quando ingressei no Senai,
para fazer um curso de Mecânico de Manutenção
Industrial.
Trabalhei vários anos em Goiânia (GO),
exercendo a função de torneiro mecânico,
fresador mecânico e posteriormente programador
e operador de máquina CNC (Comando Numérico
Computadorizado). Paralelamente, fiz um curso Técnico
em Mecância na Escola Técnica Federal de
Goiás, o qual me ajudou a progredir profissionalmente,
chegando a ser gerente de uma indústria metal-mecância.
Além de trabalhar na indústria comecei
em 1990 a ministrar aulas no Senai. Mas faltava-me "algo".
Eu sentia a necessidade de cursar um curso superior
na área de mecânica. Só que infelizmente
não havia cursos de mecânica (superiores)
em Goiás nessa época.
Então resolvi estudar física (licenciatura)
na UFG, pois eu acabara de passar em um concurso público
para professor da Escola Técnica Federal de Goiás.
Porém, antes de concluir o curso de física,
a então Escola Técnica Federal de Goiás
transformou-se em Centro Federal de Educação
Tecnológica de Goiás, e concomitantemente
abriu o primeiro curso superior público na área
de mecânica em Goiás.
Eu então não pensei duas vezes. Prestei
novamente o vestibular e em 2003 formei-me Tecnólogo
em Eletromecância, o que me permitiu cursar Mestrado
em Engenharia Mecânica, melhorando a minha vida
e da minha família, pois sou casado e tenho três
filhos.
Além de permitir a atuação como
docente do Instituto Federal de Goiás, o curso
de Tecnologia foi o passaporte para o meu ingresso no
mestrado e no doutorado, o qual deverei concluir no
início de 2010. Posso afirmar que o curso de
Tecnologia foi e continua sendo muito importante para
mim e para os meus colegas de graduação.
Praticamente todos eles estão inseridos no mercado
de trabalho, desenvolvendo atividades na área
tecnológica, a maioria em cargos de gerência.
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